Diesel mais caro pressiona gestão mais assertiva no campo

Diesel mais caro

Crise do Diesel e aumento do etanol na gasolina exigem nova gestão de combustível no agronegócio

A recente alta do diesel, impulsionada por instabilidades no mercado global de petróleo, tem impactado diretamente o agronegócio brasileiro.

Máquinas agrícolas, caminhões e equipamentos dependem do combustível para manter a produtividade, e qualquer aumento de preço eleva imediatamente os custos da operação.

Nesse cenário, eficiência operacional e gestão de combustível tornaram-se fatores decisivos para preservar uma operação eficiente e de rentabilidade.

Segundo Nailton Gama, Head Comercial da Lubmix, o momento exige atenção redobrada na gestão do combustível.

O produtor do Estado de São Paulo que agora inicia a colheita de cana-de-açúcar, por exemplo, tem que estar ciente que o insumo mais importante para essa operação fluir é o diesel. Diante da atual crise do petróleo, ter uma gestão assertiva do combustível deixou de ser apenas uma questão de custo — é também uma questão de disponibilidade e tempo de reabastecimento. Equipamentos que não filtram corretamente acabam aumentando o consumo e reduzindo a eficiência da operação”, explica e faz esse alerta importante. 

Perdas invisíveis pela contaminação

Com o diesel mais caro, problemas antes pouco percebidos passam a representar grandes prejuízos. A presença de água, partículas ou bactérias no combustível reduz a eficiência energética, aumenta o consumo e acelera o desgaste de motores e componentes.

Além disso, o aumento do estoque nas propriedades — estratégia comum para evitar falta de combustível — eleva o risco de contaminação e degradação do diesel armazenado.

Mais etanol na gasolina aumenta exigência técnica

Outro fator que exige atenção é o aumento da participação de etanol na gasolina. Combustíveis com maior teor de etanol tendem a ser mais agressivos para materiais e componentes, aumentando o risco de corrosão, absorção de água e separação de fases — fenômeno que compromete a qualidade do combustível.

A revisão dos equipamentos é fundamental, pois muitos podem não ser totalmente compatíveis com essas novas formulações.

Equipamentos que não entregam eficiência na medição ou no sistema de filtragem, ou seja, que não filtram corretamente o seu diesel, acabam consumindo um pouco mais e esse pode ser mais um problema no contexto atual.  

Controle e qualidade do combustível geram retorno

Diante deste momento desafiador para os produtores e o mercado agro, investir em controle, filtragem e qualidade do combustível é fundamental para evitar falhas, reduzir paradas e proteger equipamentos.

No campo, o retorno é claro: prevenir contaminações e perdas é sempre mais barato do que corrigir danos e interrupções na operação.

Segundo Rodrigo Sallum, CEO da Lubmix, “uma das coisas essenciais quando falamos em combustível é o consumo. E só é possível ter eficiência no histórico do consumo com a medição. A utilização de medidores que avaliam o volume gasto por dia, por semana, por mês, ajuda a melhorar o armazenamento, o fluxo de compra, o estoque, ou seja, todo o processo fica mais organizado e rentável”, afirma o executivo.    

Soluções urgentes e estratégicas

Contar com soluções especializadas para gestão e proteção do combustível torna-se um diferencial urgente e estratégico para o produtor.

A Lubmix atua justamente nesse ponto crítico da operação, oferecendo tecnologias, equipamentos e projetos com soluções que contribuem para a filtragem eficiente, controle de abastecimento e preservação da qualidade do diesel armazenado.

Ao reduzir riscos de contaminação, desperdícios e falhas operacionais, as soluções da empresa ajudam produtores e gestores do agronegócio a manter a produtividade, proteger seus equipamentos e garantir mais eficiência mesmo em um contexto de custos elevados e maior exigência no uso dos combustíveis.


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1 comentário em “Diesel mais caro pressiona gestão mais assertiva no campo”

  1. Thaylor Tavares

    Excelente abordagem, esse cenário deixa claro que o aumento do diesel não é apenas um custo isolado, mas um efeito cascata que impacta diretamente toda a operação no campo, desde a produção até a logística.

    Nesse contexto, a gestão mais assertiva passa a ser obrigatória e é justamente aí que entra o papel da lubrificação e controle de contaminação como ferramentas estratégicas, não apenas operacionais.

    Nos da Lubmix, temos visto que muitos clientes conseguem compensar parte desse aumento de custo com ganhos de eficiência, como:

    • Redução de consumo de combustível por melhor performance dos equipamentos
    • Aumento da vida útil de componentes críticos
    • Menor índice de falhas e paradas não programadas
    • Padronização e controle do uso de lubrificantes

    Ou seja, quando o diesel sobe, a margem aperta… e quem não tiver controle fino da operação acaba absorvendo esse impacto diretamente.

    Nós possuímos soluções completas para esse momento → desde estruturação de áreas de lubrificação até sistemas de filtragem e monitoramento → ajudando o cliente a transformar custo em eficiência e previsibilidade.

    No cenário atual, eficiência deixou de ser diferencial… virou sobrevivência.

    Thaylor Tavares
    Projetos

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